
A Acrópole e o seu museu no primeiro dia, enquanto há pernas; a Ágora e os bairros velhos no segundo; o terceiro para o mercado, o estádio e subir ao Licabeto ao entardecer; e o quarto ao cabo Sunion, a hora e meia, ver o sol pôr-se atrás do templo de Poseidon. Atenas pede quatro dias e quase ninguém lhos dá.
Toca num ponto para veres qual é e como chegar.
Uma proposta, não uma obrigação: ao criar a viagem repartem como quiserem.
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31 min a pé hasta la siguiente
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💡De junho a setembro, as ruínas veem-se logo de manhã
É tudo pedra branca sem uma sombra e ao meio-dia passam-se os quarenta graus; há dias em que a Acrópole fecha por causa do calor. Sai às oito, come, dorme e volta a sair às seis.
💡No primeiro domingo do mês, de novembro a março, é tudo gratuito
Os sítios arqueológicos do Estado não cobram, Acrópole incluída. Também a 18 de abril e a 18 de maio. No verão não se aplica, que é quando fazia falta.
💡O bilhete combinado serve para sete sítios e cinco dias
Custa pouco mais do que o da Acrópole sozinha e inclui a Ágora, o templo de Zeus e mais quatro. Compra-se em qualquer um deles, e nos pequenos não há fila.
💡Se o empregado te chamar da porta, continua a andar
Em Plaka e Monastiraki, quem sai à rua para te apanhar tem a pior cozinha e a ementa com fotografias. Come onde não houver ninguém cá fora a chamar e onde a ementa esteja em grego com tradução à mão.
💡Do aeroporto ao centro, de metro por dez euros
A linha azul chega ao centro em quarenta minutos e é preciso validar o bilhete na cancela. O táxi custa quatro vezes mais e com trânsito demora o mesmo ou mais.
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