
A cidade no primeiro dia, com o Cristo Velado da Sansevero, onde se entra a horas fixas e com reserva. O vulcão e o que ele enterrou no segundo, com o museu antes das ruínas, que é assim que se percebe tudo. E o terceiro de barco até à ilha pequena.
Toca num ponto para veres qual é e como chegar.
Uma proposta, não uma obrigação: ao criar a viagem repartem como quiserem.
3 min a pé hasta la siguiente
23 min a pé hasta la siguiente
20 min a pé hasta la siguiente
23 km · de transporte hasta la siguiente
9.5 km hasta la siguiente
💡A pizza boa custa quatro euros e só há duas
Margherita ou marinara: é assim nas pizzarias de sempre, e chega. Se a ementa tem trinta variedades e fotografias, estás na dos turistas. Come-se em vinte minutos e não se reserva.
💡A Pompeia vai-se no comboio suburbano, não em excursão
A Circumvesuviana sai de Nápoles de meia em meia hora e o bilhete custa três euros. É um comboio velho e vai cheio: leva a mochila à frente e não deixes o telemóvel à vista.
💡Pompeia e o Vesúvio, logo de manhã ou nada
Não há uma única árvore nas ruínas e em agosto passam-se os quarenta graus. Entra à hora de abrir, leva dois litros de água por pessoa e chapéu, e deixa o museu para a tarde, que tem ar condicionado.
💡Nápoles não é perigosa, é intensa
O trânsito não respeita nem as passadeiras: atravessa-se a andar decidido e as motas desviam-se. O que há mesmo são carteiristas no centro e no comboio, por isso mochila à frente e pronto.
💡O café bebe-se de pé, ao balcão e de um trago
Sentar-se à mesa custa o triplo pelo mesmo café. Pede-se, paga-se, bebe-se em vinte segundos e sai-se. E aqui um café é sempre um espresso: se queres outra coisa, diz.
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