
O eixo que une as duas praças, e a pé: São Marcos logo de manhã, enquanto ainda se atravessa a praça, e o Palácio Ducal com o bilhete comprado antes. Depois sobe-se para Rialto pelas ruelas estreitas, atravessa-se a ponte e acaba-se no mercado do peixe, aberto no mesmo sítio há mil anos e que fecha ao meio-dia.
Toca num ponto para veres qual é e como chegar.
Uma proposta, não uma obrigação: ao criar a viagem repartem como quiserem.
mesmo ao lado hasta la siguiente
10 min a pé hasta la siguiente
4 min a pé hasta la siguiente
💡Se entras e sais no mesmo dia, há uma taxa a pagar
Veneza cobra a entrada a quem não lá dorme, em certos dias de época alta. Paga-se pela internet antes de chegar e é preciso levar o comprovativo: pedem-no na estação e no estacionamento.
💡Perder-se faz parte, mas leva o mapa descarregado
As ruelas não seguem lógica nenhuma e o telemóvel perde sinal entre os edifícios. Descarrega o mapa sem ligação antes de saíres e guia-te pelas placas amarelas, que apontam para Rialto e São Marcos.
💡O bilhete avulso de vaporetto custa quase dez euros
Um trajeto de cinco minutos vale o mesmo que uma refeição. Se fores apanhar mais de três, tira o passe de vinte e quatro, quarenta e oito ou setenta e duas horas: paga-se no primeiro dia.
💡Janta-se de pé, num bacaro e com cicchetti
São as tapas venezianas: pedem-se duas ou três, acompanham-se com um copo de vinho da casa e segue-se para o bar seguinte. Sai por dez ou doze euros e come-se melhor do que em qualquer esplanada do canal.
💡A gôndola tem preço fixo e é por barco, não por pessoa
Meia hora custa o que custa, esteja escrito ou não, e sobem até cinco pessoas: dividido por cinco deixa de ser um disparate. O traghetto, que atravessa o Grande Canal de pé, custa dois euros.
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