
O centro no primeiro dia, com a catedral, o Hofburg e um café no Landtmann, que é uma instituição e não uma cafetaria. Schönbrunn inteiro no segundo, que com os jardins é uma manhã longa. O Belvedere e o MuseumsQuartier no terceiro. E no quarto a Viena que não é imperial: o Naschmarkt, a casa de Hundertwasser e a roda do Prater.
Toca num ponto para veres qual é e como chegar.
Uma proposta, não uma obrigação: ao criar a viagem repartem como quiserem.
11 min a pé hasta la siguiente
11 min a pé hasta la siguiente
36 min a pé hasta la siguiente
2.5 km hasta la siguiente
18 min a pé hasta la siguiente
💡À ópera entra-se de pé por quatro euros
A Ópera Estatal vende bilhetes de pé no próprio dia, umas duas horas antes. Faz-se fila, ata-se um lenço ao corrimão para marcar o lugar e vê-se o espetáculo inteiro pelo que custa um café com bolo.
💡A água da torneira vem dos Alpes e é gratuita
Chega por aqueduto desde a montanha e é das melhores da Europa. Enche a garrafa em qualquer fonte e poupa os três euros que custa em qualquer esplanada do centro.
💡No café vienense o empregado é seco, e não é contigo
Faz parte do ofício: respostas curtas, sem sorrisos e um copo de água ao lado do café sem teres pedido. Não é falta de educação nem implicância; é assim há cem anos.
💡Ao domingo não abre uma única loja
Nem supermercados nem comércio: na Áustria o domingo fecha a sério. Abrem museus, cafés e restaurantes, por isso compra ao sábado o que fores precisar.
💡O passe de vinte e quatro ou quarenta e oito horas compensa a partir da terceira viagem
Metro, elétrico e autocarro com o mesmo bilhete, validado uma só vez ao começar. Não há cancelas: a fiscalização é aleatória e a multa são cem euros.
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