
Os três imprescindíveis com um dia para cada um: Fushimi Inari às sete da manhã, que às dez são dez mil pessoas entre os torii; o Pavilhão Dourado e o castelo Nijo; e Kiyomizu a descer a pé até Gion ao anoitecer, que é quando as gueixas saem para trabalhar.
Toca num ponto para veres qual é e como chegar.
Uma proposta, não uma obrigação: ao criar a viagem repartem como quiserem.
4.3 km hasta la siguiente
3.3 km hasta la siguiente
23 min a pé hasta la siguiente
7 min a pé hasta la siguiente
💡Em Gion há vielas onde é proibido fotografar
São ruas privadas, com placas e multa pelo meio, e nos últimos anos tornou-se sério porque a coisa fugiu do controlo. Nada de perseguir uma maiko na rua para uma foto: vão a trabalhar. Nas ruas principais pode fotografar-se sem problema.
💡Quioto vê-se de autocarro, mas não à hora de ponta
A rede de autocarros chega onde o comboio não chega e é a forma normal de andar, mas a meio da manhã os da linha turística vão cheios e lentíssimos. Para os sítios longe usa o comboio e deixa o autocarro para troços curtos. Paga-se ao sair, e convém levar moedas.
💡Fushimi Inari, ao amanhecer ou à noite
Está sempre aberto e não se paga entrada, por isso não há razão nenhuma para ir à hora em que vai toda a gente. Às sete da manhã os torii estão vazios e a luz entra de lado. À noite está iluminado e tem outro encanto, embora a subida se faça mais longa.
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