
O do costume mais o que quase ninguém vê: o Begijnhof, escondido em pleno centro, a casa de Rembrandt e o outro lado do IJ, que se atravessa de graça de ferry. O quarto dia é de sair: os moinhos de Zaanse Schans, ou o Keukenhof se viajares entre meados de março e meados de maio, que é a única altura em que abre.
Toca num ponto para veres qual é e como chegar.
Uma proposta, não uma obrigação: ao criar a viagem repartem como quiserem.
8 min a pé hasta la siguiente
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💡A zona vermelha não é um parque temático
De Wallen é um bairro onde vive e trabalha gente. Fotografar as janelas é proibido e multado, e há anos que a cidade expulsa os grupos que vão ali olhar. Pode passear-se, mas com a mesma educação que em qualquer outra rua.
💡Ana Frank e o Van Gogh: ou reservas ou não entras
Não há bilheteira que valha: os dois são só online, com dia e hora. Os da Ana Frank saem seis semanas antes às 10:00 e acabam nesse dia. É a primeira coisa a fazer ao marcar as datas, antes mesmo do hotel.
💡A ciclovia não é um passeio
Aqui quem manda é a bicicleta e vai depressa, sem tocar a campainha e sem travar. A faixa vermelha é dela: atravessá-la a olhar para o telemóvel ou parar para tirar uma foto é a forma mais habitual de um turista acabar no chão. Olha duas vezes antes de pisares o vermelho.
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